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Não me canso disto

Uma nova porta para o mundo...O meu MUNDO.

Não me canso disto

Uma nova porta para o mundo...O meu MUNDO.

01.03.19

Mãe desdobra-se

Anita

Ontem, tive que ir com o Tiago às urgências do hospital. Saí a voar do trabalho (como se me tivesse valido de muito! O trânsito em Braga é o caos ao final do dia e fiquei retida) quando o príncipe mais velho me ligou a dizer que o Tiago estava com 40º de febre. 

As urgências pediátricas do Hospital de Braga estavam o caos. Estivemos lá 4 horas. Quando saímos de lá, só pensei nos pequenos, que ainda lhes tinha que ultimar o fato de carnaval. Tinha-lhes prometido. Já passava bem da meia-noite quando fui para a costura. Nem que não dormisse, mas eles teriam o seu fato completo. 

 

Nao_me_canso_disto_costuras1.jpg

 

Nao_me_canso_disto_costuras2.jpg

 

De manhã lá foram para a escola com a fatiota. Antes de os deixar na escola fui a correr ao supermercado comprar as moedas de chocolate. 

Mãe desdobra-se, mas no fim fica de coração cheio ao vê-los tão felizes 

 

23.01.19

Após o internamento

Anita

Desde já obrigada a todas as pessoas que foram perguntando pelas melhoras do Afonso. 

 

Nao_me_canso_disto_pediatria.jpg

 

Ontem, foi o dia de ir ao médico ver como estava o Afonso a recuperar da pneumonia. Foi atendido por uma médica que não conhecia. A médica começou por perguntar se já tinha feito o RX. Informei que não, nem tinha sido convocado o Afonso para o mesmo. Pelos vistos, não sabemos porquê(??) o RX do Afonso foi anulado!!! Bem, não fez RX, mas como tem estado bem vamos partir do princípio que está a melhorar 

A médica, especialista em adolescentes (o Afonso ainda não é adolescente, mas não faltará muito) falou com ele sobre a encoprese. Foi fulcral nas questões que lhe fez e espero que tenha feito a diferença (os próximos tempos o dirão!)

 

04.01.19

2019 começa torto

Anita

Nao_me_canso_disto_hospital.jpg

 

No dia 24 de dezembro trabalhei de manhã. Quando cheguei a casa, ao dar um beijinho ao Afonso achei que estava estranho, um pouco quente. Tirei a febre mas tinha pouco mais de 37º. Assim começou a nossa aventura. Fazia febres baixas, mas só aguentava 4 a 5 horas sem medicação. No dia de Natal o mesmo cenário. No dia 26 a febre começou a aumentar. O Afonso só tinha tonturas e queixava-se de dores de cabeça. Pensei que seria mais uma amigdalite (tão típico nele). 

À noite, numa noite péssima para ir às urgências, fomos com ele para o hospital. O Afonso se estivesse em pé muito tempo vomitava, devido às tonturas. Fez exames, esteve a soro, mas veio para casa às 4h30 da manhã. Nada foi descoberto. Eventualmente um virus...

Durante o dia 27 o cenário manteve-se, mas na 6ª-feira, o Afonso já conseguia estar a pé, e embora ainda tivesse febre, mantinha-se mais tempo sem remédio. Pensámos que já tinha passado e sábado estaria bem.

No sábado, o quadro de febre mantinha-se. 4 a 5 horas sem medicação e a febre voltava a subir. Queixas de dores de cabeça só quando a febre subia. Mas perante a mesma situação decidimos de novo recorrer às urgências.

Foi consultado e de imediato fez um RX. Quase após o RX foi chamada de novo ao consultório e o diagnóstico revelado. O pulmão esquerdo do Afonso não estava nada bem. O Afonso tinha uma pneumonia. Perante tal gravidade tinha que ser internado...

O Afonso passou o ano no hospital. Acho que nem deu conta da passagem de ano. 

Foi internado no sábado, teve alta hospitalar na 4ª-feira.

Nestes dias, nós pais, andámos sem chão, sem saber que fazer, em modo robótico.

2019, tantos planos para a Passagem de Ano, ficará para sempre nas nossas memórias. Esta foi uma Passagem de Ano mesmo diferente.

 

05.10.17

Não há dois... sem três!

Anita
Na 3ª-feira, ao final da tarde fomos com o Tiago e o Afonso ao hospital. Ao Afonso foi-lhe diagnosticado, tal como previsto, uma otite; o Tiago, nas aulas de educação física, fez um entorse no joelho. 
Mas, não há 2 sem 3. Ontem, quando cheguei a casa o príncipe mais velho disse-me que tinha uma infeção num pé. Pensei que hoje teria que ir com ele para o hospital, mas mandei-o colocar o pé, durante algum tempo, em água bem quente, e depois consegui tirar/cortar a unha de dentro da pele. Era a unha que estava a crescer enfiada na carne. Para já não vai ser necessário mais cuidados, que os caseiros.

Já agora, será que me dão equivalência a enfermeira?! (não estamos numa época que se tiram cursos superiores por equivalência!?)

09.07.17

Nem tudo corre bem...

Anita
Falava eu ontem de me ter magoado no dedo, quando algo pior estava para acontecer. O Mini estava a jogar à bola com o irmão mais velho, caiu de costas e tivemos que correr para o hospital. Fez um golpe atrás na cabeça. Não foi preciso coser, bastou cola. Mas foi um susto daqueles!

11.05.17

A educação vem de casa

Anita
Hoje fui com o Mini à consulta de pediatria no Hospital de Braga. Próximo das 11h15 chegaram umas voluntárias, muito simpáticas com uma mochila com blocos, livros, e material de desenho. O Mini mal as viu, embora um pouco envergonhado, foi para ao pé delas. Escolheu os blocos e ali ficou a fazer montagens, todo feliz.
Passados alguns minutos chegou uma menina com os avós. As voluntárias convidaram-na logo para a mesa, mas a menina nem lhes falou, ignorou-as. Pode-se pensar que seria vergonha, mas achei estranha e rude a reação da criança. A avó em pé, nada disse e olhava de lado para as voluntárias. Alguns segundos depois a senhora vai fazer o chek-in para a consulta da neta e a coisa descamba. A funcionária de forma educada pede-lhe o cartão de identificação da neta. Ela, de forma rude, dá-lhe a sua carta de condução. Começa a mandar vir que tinham que saber os dados da menina, sem dizer o nome, sem qualquer informação. A funcionária pede-lhe o nome da criança, de forma pouco percetível diz. A funcionária pede de forma educada para repetir. Repete mas a discutir. Pede-lhe a data de nascimento da criança e a senhora (agora percebo porque a criança tinha ar de tão mal educada) começa a dizer que se não quer trabalhar que vá para casa; que ela que não está ali para lhe dar dinheiro a ganhar; que não pagará nada (as consultas de pediatria no hospital são gratuitas!), e mais mil impropérios desnecessários que me fez pensar: "a educação vem da casa".
Que pessoas tão brutas e tão fracas de espírito, como poderia a criança ser diferente?

O Mundo de Anita

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