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Não me canso disto

Uma nova porta para o mundo...O meu MUNDO.

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20.05.15

Mais um piquenique

Anita
 
Fim-de-semana, sol, são sinónimos de piquenique. Assim foi no passado domingo. Destino: Gerês (também, só para ser diferente)!
Primeira paragem, um miradouro, na estrada Terras do Bouro / Campo do Gerês. Lugar fresco, com mesas, uma fonte, e algum espaço para estarmos tranquilos no que toca aos príncipes.


 
Depois, o objectivo era descobrir um lugar onde nunca tínhamos ido - Bom Jesus das Mós, em Carvalheira, e lá fomos à procura do local.




Até nem foi difícil e o local vale bem a visita. Uma paisagem linda sobre o Gerês e sobre todo o Minho, quase até ao mar. Algumas serras pintadas de rosa, davam um colorido fantástico ao nosso passeio.





Os príncipes aproveitaram para jogar um pouco à bola. Explorámos o local, refrescámo-nos com a água que corria numa fonte, água bem fresquinha da montanha. E ficámos com pena de não ter feito ali mesmo o piquenique.






Próxima paragem: Barragem de Vilarinho das Furnas. Um pobre canito andava por ali, provavelmente fora ali abandonado. Ainda restava um resto do nosso almoço, que provavelmente foi também o seu almoço, dada a velocidade com que engoliu a comida. Os príncipes viram uma cobra na água, o que os deixa sempre entusiasmados.



Serra acima, Brufe foi a próxima paragem. Dia de calor, mesmo a convidar a molhar os pés. Aos poucos os princípes foram-se rendendo a colocar os pés na água. A água nestas altitudes é gelada e era vê-los, de vez em quando, porem-se em cima de uma pedra para aquecerem os pés.

 
 
O que correu menos bem foi a virose familiar, que atacou a família durante a semana, ter escolhido este dia para atacar o meu marido. Não sei o que estava mais verde se a serra, se ele!
 
08.04.12

Domingo Páscoa

Anita


E, lá fomos nós de novo rumo ao... Gerês. Voltinhas, curvas e mais curvas, descidas e subidas, mas vale sempre a pena.
Depois de passarmos a barragem da Caniçada, São Bento da Porta Aberta, chegámos ao Campo do Gerês.



Já necessitávamos de esticar as pernas e talvez comer alguma coisa, aproveitámos o belo espaço do Parque Nacional para parar.
Os miúdos tinham levado umas bolas e aproveitaram o momento para jogar à bola.


Tudo a correr bem. Enquanto uns jogavam à bola, outros aproveitavam o belo dia, o sol, a paisagem, a beleza e a calma circundante (foguetes só muito longe, quase nem se ouviam.)


Até que ouvimos um estalo, logo de seguida o som estridente do choro do príncipe mais novo. Ao correr atrás de uma bola, colocou um pé (melhor, a perna) num buraco quase dissimulado que existe num edifício do Parque Nacional. Mas que perigo está ali! O príncipe mais velho, quando corria para socorrer o irmão, caiu na mesma ratoeira, torceu o pé, ficou descalço e com a perna negra e magoada. O João, foi buscar mais abaixo a bola que o Afonso ia atrás, eis que, havia outro buraco, também este dissimulado, outro a magoar-se. Caiu, esfarrapou um joelho. 3 magoados, mas o pior o Afonso. Um hematoma na cabeça, uma perna negra, nariz arranhado. Chorou imenso, tadinho.


Após o acalmarmos, e o João também deixar de se queixar, seguimos viagem.


Tornámos a parar na barragem de Vilarinho das Furnas. Houve a tentativa dos pai e dos príncipes mais velhos descerem o escadório da barragem até ao fundo, onde saia a água em jacto com grande pressão. Desistiram no primeiro patamar.



Próxima paragem Brufe.
A água corria de forma límpida e bela, numa rigueira. Os príncipes ao verem aquela água, pediram logo para colocar os pés. "- Mãe, só os pés?" Mas, límpida, não representa quente. Por isso, pouco tempo aguentavam lá os pés. Logo desistiram, optando por brincar com barquinhos feitos de folhas.


Antes, de vir para casa, para terminar uma visita à farmácia, para curar esta cabeça. Descobrimos, já em casa, que a perna está quase igual.

 
?
(São 23h e ainda se ouvem foguetes...)

O Mundo de Anita

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