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Não me canso disto

Uma nova porta para o mundo...O meu MUNDO.

Não me canso disto

Uma nova porta para o mundo...O meu MUNDO.

Lá caí... de novo

13.07.11, Anita
Juro que não sei o que se passa, mas acho que a gravidade da Terra se alterou. Ultimamente, ando sempre no chão.

Ontem caí de novo. Como tinha ido passear o Spike, e cai no pinhal, só fiquei com um pulso torcido.

Vou começar a usar os protectores de joelhos, pulsos, cotovelos e capacete dos meus filhos.

A caminho da velhice

13.07.11, Anita
Eu:
"- Os meus pés estão a ficar pés de velha"
João:
" -Ainda são só os pés. Quando subir e chegar à cabeça, ficas velha..."

Por favor perninhas, vejam se se aguentam!!!

Óculos de Sol

13.07.11, Anita


À dias que ando sem óculos de sol. Não me tem feito muita diferença porque tem estado pouco sol, mas andava à sua procura. Todos os sítios possíveis (onde geralmente os abandono) fui ver. Nada... Até ao meu marido perguntei. Hoje de manhã que falta me fizeram.



Imaginem onde estavam: ao chegar ao trabalho, tirando umas coisas da mala, para ser mais fácil procurar (malas de senhoras todos sabem como é!!!) tiro a carteira dos óculos. Que pesada estava! Pois... lá dentro estavam os desaparecidos.



Porque não fui procurar no sítio mais provável??!!!

Um dia na Bracalândia

05.07.11, Anita


A Bracalândia já não está em Braga, está em Penafiel, mas manteve o mesmo nome. Na minha opinião o espaço melhorou e tem agora muito por onde crescer. Tem muitas zonas verdes, o que nos dias quentes nos permite refrescar. Fica aqui um link para o site da Bracalândia.

Fomos lá no dia 1 de Julho, um dia quente, mas foi um dia em grande, mesmo em grande, especialmente para os meus príncipes. Acho que nunca os vi divertirem-se tanto. Chegámos perto das 12h. O bilhete, com desconto de família, até foi acessível. Logo à entrada um carrocel com aviões. Os príncipes começaram por aí.




Depois, uma voltinha de camião, a uma velocidade nada estonteante, veio mesmo a calhar. Como pensava que os camiões iam com mais velocidade, não deixem que levassem o príncipe mais novo, mas logo me arrependi. Aquilo é mesmo para crianças pequenas. O meu príncipe mais velho com dificuldade lá foi. Já está grande para aquilo.





Logo de seguida fomos para um divertimento que troncos de árvore descem descidas acentuadas e nos mergulham na água. Apanhámos cá um banho. O príncipe mais velho no final confessou que teve algum medo. Não era para menos.







Dali foram para os carrinhos de choque. Como não havia muitas crianças deram voltas e mais voltas, até eu, o pai e o príncipe mais novo nos cansarmos. Já não podia com os carrinhos de choque.
O próximo divertimento foi para o príncipe mais novo, que adorou, adorou, adorou. Ficou viciado naquilo. Em todos em que podia andar andou, e nem um pouquinho de medo teve, quer tenha andado com os manos ou sozinho.



A caminhada de divertimento em divertimento continuou. O que menos gostaram foi da roda gigante. O Tiago teve algum medo. Mas, medo, medo tiveram depois de uma pequena pausa para comer no Castelo Assombrado. Os gémeos quiseram ir num vagão cada um. Eu fui com o príncipe mais velho. O João foi o primeiro a partir. O Tiago foi no fim. Aquilo é muito escuro,mas até estava a correr bem. Numa curva estava um homem mascarado a lançar borrifadelas de água sobre as pessoas. Quando lançou água sobre mim e o Diogo, ele simplesmente se enfiou com a cabeça pelo carro adentro e aí ficou com a cabeça, a meus pés, até tornar a ver a luz do dia. Nunca mais saiu daquela posição. O Tiago ainda foi pior, como vinha atrás e só, ouvi-o a chorar, berrar pelo pai e pela mamã. Coitado! Foi cá um susto, o maior susto da vida dele de certo. Quando as portas abriram para o exterior, ainda o vimos a dar um salto de pânico: que mais lhe iria acontecer!!!? Foi o único divertimento que não quiseram voltar, e penso que tão cedo não vão querer experimentar.



Os divertimentos prosseguiram, mas o que se salientou, foi a montanha russa. Não sei quantas voltas dei, mas dei muitas, no entanto, o João deu 35 e os outros príncipes 34. Foi um record. Um record que lhes fez doer as pernas nos 2 dias seguintes.



Foi um dia em grande. Fomos os últimos a sair da Bracalândia, quase às 21h. Mas não saímos antes de dar mais 3 voltas, nos troncos. Saímos todos molhados.





Eles querem lá voltar. Talvez nas próximas férias.